8 de mai de 2013

10 de abr de 2012

18 de fev de 2011

O que o World of Warcraft fez comigo

Meu nome é Marina Bonafé, eu tenho 24 anos e estou há 8 horas sem jogar World of Warcraft.

Revendo uns emails antigos revi um pedaço de mim que se perdeu com o tempo (ainda bem): minha fase hardcore no World of Warcraft. Uma fase em que via com total seriedade os atributos e raids que minha personagem fazia tal qual fossem quests na vida real. Uma fase em que sair de última hora com a galera não era uma opção quando já tinhamos um compromisso marcado no game. Uma fase que durou mais tempo que eu gostaria, uma fase que, acabou, e de certa forma, ás vezes me deixa saudades.

Essa é uma comida de rabo que eu, como raid leader, dei com todo prazer no grupo que eu costumava jogar na época. Se eu culpo o jogo? Não, obviamente. A droga tanto faz, o controle ou a falta dele é culpa total das pessoas. Minha parte preferida é se não vier conversar, se não se preocupar em explicar a situação, fica impossível discutir, cabendo a mim autoridade para resolver qualquer problema sozinha. Deixei alguns ditadores no chinelo, eu acho. Quase um ano depois, ainda jogo, embora de forma completamente saudável. Jogar não é mais um compromisso e sim um lazer fatalmente substituído por encontros e saídas com amigos entre outras atividades que me tomam o tempo hoje.

Mas não vou me ater em detalhes porque nesse exato momento saiu um vídeo de um jogo de zumbis que estou doidinha para jogar

14 de fev de 2011

Bonitinho mas será que manda link do capinaremos?

Barney Stinson acredita na teoria do Limão onde 5 minutos seriam suficientes para conhecer o básico de uma pessoa antes de decidir se quer ficar com ela ou não. Hoje é possível stalkear as pessoas em diferentes redes e fóruns e saber um pouco ou quase tudo sobre elas antes mesmo de conversar com a pessoa. E muitas vezes quando nos interessamos por alguém acabamos preferindo usar o caminho do stalker porque se ela não for interessante ou se ela fez algo que não me agradou eu já descarto completamente. Quando é que foi que começamos a ficar tão superficiais?

É como contar uma história começando pelo passado. Você nunca magoou ninguém? O que você faria se alguém descartasse a mínima possibilidade de te conhecer melhor apenas porque soube que você um dia já magoou alguém? Magoar uma pessoa significa magoar todas? As pessoas se perdem em milhares de redes e fóruns e esquecem de preocupar com o que a pessoa é hoje, como ela evoluiu e o que essas experiências fizeram dela.

Quando foi que nos tornamos tão superficiais mesmo?? Quando foi que achamos que uma semana seria suficiente para descobrir estar apaixonado por alguém?? Nada contra relacionamentos curtos quando duas pessoas buscam essa curtição, é mais uma crítica aqueles que acreditam que se apaixonaram sem ao menos conhecer a pessoa direito. Existe um culto a intimidade gratuita como se o fato da pessoa gostar da mesma banda que você automaticamente fizesse ela ser um pouco melhor que as outras. Sério, pensa comigo: se a sua maior qualidade ou aquilo que melhor diferencia você é uma banda que você gosta meu amigo você é um merda.

- Bonitinho, mas manda link do capinaremos :/ ontem disse uma amiga aí. Eu assisto Glee. Eu já escrevi FIRST num tópico do Orkut. Desse último me arrependo, na verdade, mas foram 7 anos atrás e eu era pirralha. Mas eu já escrevi FIRST num tópico do Orkut. E já participei de comunidades ridículas como "Eu já" onde você precisava postar coisas que você já havia feito tal qual aquela brincadeira que a gente costuma usar álcool, só que com a diferença é que o álcool tira a nossa memória no dia seguinte e na internet o cache do Google tá aí para nos julgar. Aliás, nessa comunidade, há 7 anos atrás, foi onde conheci talvez uma das pessoas que fazem parte do meu top 5 pessoas que eu mais amo na minha vida. Uma amiga maravilhosa, divertida, que já passou um monte de coisa comigo, bem ali jogada vomitada num tópico inútil num Sábado inútil numa rede social inútil.

Talvez estejamos tão presos dentro de nossos preconceitos bobos que estamos perdendo a verdadeira idéia da coisa. A internet não é uma forma de separar o joio do trigo, mas uma forma de se comunicar com pessoas que provavelmente você nunca teria contato por não terem o mesmo hábito, o mesmo círculo de amigos ou quiçá morar na mesma cidade. Não é condenar uma pessoa porque ela acha um filme ou uma série ruim, mas sim valorizar aquilo que ela traz de bom.

O que você mostraria em cinco minutos? O seu melhor lado? Suas melhores piadas? Suas boas histórias? Seu favstar? Impressionar no começo é interessante mas não adianta nada se você se mostrar uma pessoa deplorável depois. Em cinco minutos não dá para saber se ela enrola o cabelo com a mão direita, se ela desconta a raiva em você quando tá de tpm. Em cinco minutos não dá para saber se ele prefere beijo demorado, se quando ele fica doente a única coisa que ele precisa é deitar no seu colo enquanto você faz carinho.

Em cinco minutos ninguém faz essas descobertas.

Em cinco minutos você não conhece ninguém.

21 de jan de 2011

Uma Stella por favor

Entrei no bar sozinha porque queria ficar sozinha. Coloquei o fone de ouvidos porque tocava Beatles no lugar. Não que não gostasse de Beatles, embora não fizesse questão de ouvi-los também, mas definitivamente não queria ouvir vozes. Ou canções. Estava cansada delas.

Estava cansada de muita coisa.

A garçonete passou por ela e por um minuto sentiu invisível até que ela se virou sorrindo e perguntou se podia ajudar.

Não, não pode. Pensei em voz alta. Mas não diria isso a ela. "Uma Stella, por favor".

Enquanto olhava pela janela a chuva que estava ameaçando passou um cara de crocs verde água beijando uma gostosa e eu não sei o que pensar sobre isso.

Exceto que eu critico muitas coisas que gostaria de ter.

A garota estava sorrindo enquanto passeava de mãos dadas com ele. Entre ser o patético que usa sandália crocs enquanto se diverte pela rua com a namorada e ser a patética que apenas observa o casal de longe e ri se esconde uma das maiores verdades do ser humano

Mas pode ser que virando a esquina ele a encostou na parede e disse, tremendo: me desculpe, eu engravidei sua irmã mais nova.

- A CAMILA??? EU SABIA QUE VOCÊS ESTAVAM DIFERENTES MESMO COMIGO

- na verdade foi a Bruna

- MAS ELA SÓ TEM 15 ANOS

É, a vida não tá fácil pra ninguém nem mesmo pra mim que estou vivendo um dos piores momentos da minha carreira e sem o homem que amo. Não que seja minha culpa. Thiago me traiu. De novo. Isso me faz pensar que talvez eu devesse ter me apaixonado por alguém menos idiota. Ok, é minha culpa. Mas talvez a idiota da história seja eu uma vez que ele me deu todos os sinais de que não me levava a serio. O pior de tudo é que estou tão triste que eu amaria Thiago mesmo que ele estivesse de crocs verde água.

A cerveja chegou. Um tempo depois uma loira muito bonita entrava pelo pub e esbarrou na minha bolsa. Olhei com cara de desdém e ela revidou o olhar mas nada falou. Um tempo depois ela viria a ser minha melhor amiga mas naquele exato momento eu não fazia a menor idéia disso.

Seu nome? Stella.

"Uma Stella por favor" parece bem engraçado agora, né?

No fim das contas a garçonete tinha me ajudado mais do que eu poderia pedir.

17 de jan de 2011

28 de Julho - O dia que mudou a minha vida

[~ trechos do livro Os anseios de uma alma feminina ~]

Já faz um tempo desde que eu desisti de você.

No começo a gente costumava se encontrar mais vezes, embora você tenha sido bem ausente na minha adolescência. Eu chamava por você mas de alguma forma você virava o rosto e seguia com seus planos como se não tivéssemos algum combinado ou mesmo sido apresentadas antes. A primeira vez que me apaixonei você estava lá. A segunda também. Na terceira eu comecei a duvidar que você existia de verdade e na Quarta eu apenas entendi que você não tinha muito tempo para mim mas que apareceria logo que pudesse tipo como a Margareth do 414 quando passa lá em casa para roubar algum kg de alimento não perecível porque esqueceu de passar no supermercado na semana anterior.

Foi de cansar ficar te procurando que eu resolvi mudar a minha vida totalmente no dia 28 de Julho de 2008. E isso significava exclusivamente terminar um relacionamento de quatro anos. Que tinha tudo para dar certo.

A carta era mais ou menos assim...

Você me amava, eu te amava e a gente se entendia assim. E a gente se entendia tão bem que chegou uma época que nos colocávamos tanto no lugar do outro que as brigas acabaram. Mas quando o sexo após as brigas parou a gente começou a duvidar se aquilo era uma coisa boa mesmo. A gente já tinha transado muito na vida, que diferença faria ficar um tempinho sem, né?. Ai virou um tempão. Até que a gente começou a brigar por causa disso. Mas só porque estava no script, já que no fundo não é como se a gente fizesse questão, não é como se a gente ainda tivesse tesão no outro ainda, sabe.

Mas é difícil ter tesão na outra pessoa quando você perde o tesão pela vida. E foi o que eu disse para mim no dia 28 de Julho de 2008. Não era você. Tá, eu sei que o mundo está cansado dessas desculpinhas mas não era você mesmo. O problema era eu. Eu juro que o problema era eu. Há de se ter um problema quando você não sente vontade de levantar, se arrumar ou mesmo sair com quem você supostamente ama e eu amo muito você.

E eu tinha uma caixa imensa de maquiagem que tinha custado quase todos os meus bônus dos últimos empregos não é como se eu não fosse vaidosa. É só que passar um gloss na boca não parecia mais fazer sentido para mim. Ficar bonita para que, para quem? Me arrumar para você? Você já me amava mesmo. Eu não tinha conquistado nada na vida. Eu já havia passado dos vinte anos e não tinha conquistado nada na vida.

Você já tava encaminhado, né. Mestrado, um projeto aceito na Alemanha. Eu gostaria de ser aquelas mulheres que acompanham seus homens e ficam felizes em suas realizações. Eu estou feliz por você, claro. Mas eu nunca fui esse tipo de mulher que apenas se realiza na vida de outra pessoa e não se importa de não ter realizado nada. Eu me importo. E você sabe disso. Você sabe disso porque foi exatamente isso que fez você se apaixonar por mim, eu lembro quando você me falou naquele jantar em Fortaleza aquela vez. Você sorriu e completou: eu quero passar o resto da minha vida com você.

A gente só não sabia que a vida ia fazer isso com a gente, né?

Foi maravilhoso nosso relacionamento e você sabe que eu nunca vou poder reclamar disso. Eu iria com você para Alemanha, eu seria uma excelente esposa e criaria nossos filhos no país que você quisesse. Mas eu nunca seria feliz. E consequentemente eu não faria você feliz. E, de novo, não é você. Sou eu. Eu não conseguiria carregando tudo isso que eu carrego junto de mim. É um fardo e eu apenas tenho que lidar com ele sozinha e dessa vez eu digo literalmente.

Você sabe que eu odeio despedidas. Eu deixei de assistir a última temporada daquele meu seriado preferido apenas porque não tinha coragem de dizer adeus praqueles personagens e pras histórias envolvidas que me envolveram por cinco longos anos. Principalmente na época em que estava dando muita enchente por aqui e ficar no pc estava tomando quase todas as minhas férias mas eu já to mudando de assunto de novo.

Eu odeio despedidas. E é por isso que quando você tiver lendo isso eu já vou ter ido embora. Não vou dizer para onde porque não quero que você caia na besteira de achar que deve vir atrás de mim. Eu não quero que você venha atrás de mim, não agora. Talvez um dia a gente se encontre talvez nunca mais. Talvez você nunca me perdoe e você não sabe agora mas eu to fazendo isso por mim. Na base do egoísmo mesmo.

Você indo para Alemanha conquistar e passar pela melhor época da sua vida e eu to largando você. Não é maldade, é inveja. Não do tipo que quer teu mal mas do tipo que quer o mesmo para mim. Algumas pessoas usam de eufemismos como "admiração", né? Mas é pura inveja mesma.

Eu escolhi o dia 28 de Julho porque foi o dia que você me pediu em noivado. E agora o que está em jogo aqui não é mais o que a vida vai fazer da gente e sim o que a gente vai fazer dela.

Bjs,

Carmem

4 de dez de 2010

São Paulo

Hoje faz um ano e meio que eu me mudei para São Paulo. Você provavelmente não sabe mas eu já mudei mais de quinze vezes. Meu conhecimento sobre São Paulo limitava-se a vir assistir filmes de estréias quando não aguentava esperar e passear no shopping em épocas próximas ao Natal, que era comemorado sempre em MG. Sim, Minas. Eu sou de lá. A cidade onde nascitem 90 mil habitantes. Nunca havia pegado um ônibus.

Lembro até hoje da primeira vez que peguei um ônibus aqui em São Paulo. Nessa época eu morava numa cidade que fazia parte da grande São Paulo porém ficava uns 15km do centro da capital. Eu precisava atravessar a zona oeste de São Paulo e ir até a praça da República, no centro, onde fazia cursinho. Acontece que não tinha um ônibus somente que fazia esse caminho, e eu precisaria descer em uma ponte e pegar um outro ônibus. Lembro o pânico que senti ao pensar que teria que descer em uma ponte e esperar em um lugar que eu não conhecia um outro ônibus que me levaria para outro lugar que não conhecia.

Com pessoas que não conhecia.

Mas eu tava ali, tinha que ir pro curso, e se era o que eu queria eu tinha que dar um jeito de conseguir. Se fosse um filme, teria tocado a 9ª sinfonia, sim, aquela mesma de laranja mecânica e eu nem quero pagar de ai-conheci-beethowen-antes-de-laranja-mecânica porque a única razão pela qual eu conheci Beethowen antes de Laranja Mecânica foi porque tinha um parente distante chamado Mozart e quando ele veio nos visitar minha mãe me contou um pouco sobre piano. Mas, voltando pro ônibus, não sabia como consegui entrar uma vez que tinha mais de 60 pessoas dentro daquele ônibus. Eu sei porque eu fiz questão de contar. Eu era uma caipira solta na cidade grande num ônibus com mais gente que o meu bairro inteiro. Gente se empurrando, gente com rádio no último som, gente conversando, gente com cheiro de café, gente com jornal na mão, gente com cara de gente. Eu adorei aquilo. Sério, eu adorei. E eu realmente me deslumbrei com aquela quantidade de pessoas de etnias e regiões diferentes ali na minha frente sem se conhecer sem talvez nunca mais se esbarrar dividindo o mesmo espaço. AFF MARINA ERA SÓ UM ÔNIBUS. Ok, para vocês era apenas um ônibus. Para mim era uma lição de vida.

Brincadeira só queria soar dramática.

Mas era divertido, mesmo. Eu fiz amizade com o motorista logo de cara. Aliás uma coisa que eu havia me acostumado em Minas era falar com as pessoas, é algo que você acaba trazendo com você. Se você não conhece São Paulo, talvez você se assuste um pouco com isso. Logo que cheguei minha tia me levou num shopping e ao entrar no banheiro uma faxineira entrou também e eu dei bom dia. Ela não respondeu, tava apressada limpando as coisas. Quando saí já era outra mulher que limpava o banheiro. São Paulo é assim: você passa 2 minutos no banheiro e quando você abre a porta tudo muda novamente.

O bom do busão é que o meu ponto era o último então eu não precisava ficar no meio por muito tempo. Acabava encostada na frente conversando com o motorista e quando chegava o último ponto, o vigésimo quinto, eu simplesmente descia e ia pro meu cursinho que começava ás 08h30, exatamente 3 horas depois que eu levantava e começava a jornada para sair de casa. Se o seu ônibus é lotado você precisa desde então ir em direção a catraca ou você provavelmente não descerá no seu ponto. E isso acontecia muito. E não adianta xingar o motorista porque ele tá cansado de passar por isso e geralmente não se importa com você.

Aliás, aqui as pessoas não se importam com você. Existe algo de mágico nisso. Por um lado você pode andar na rua vestida de girafa que ninguém vai achar tão estranho. Ou você faz parte de flashmob, ou você é um palhaço ou um assassino disfarçado. Não interessa. Estou atrasada e não vou parar para descobrir o que aquela girafa tá fazendo pendurada no lustre na Paulista. Vou apenas continuar minha vida e talvez depois eu pesquise em algum portal de notícias o que é aquela girafa tava fazendo ali durante o dia.

E existe a parte ruim. A parte que você vai ser jogada da Sé porque abriram as portas do metrô e a quantidade de gente é tão imensa que você não sai do trem, você explode. E tem que tomar cuidado para não cair em cima de ninguém porque isso é meio chato e ás vezes acaba machucando. E ás vezes a pessoa tá armada.

Brincadeira.

O máximo de violência que existe no metrô são os olhares de pessoas quando alguém senta no banco de idosos ou os suicídios naaaaaaaaaaaada divertidos nos horários de pico. Sim, meus amigos, pessoas se jogam muito na frente do metrô talvez por acharem que é uma morte menos mórbida. As notícias nunca vão para a mídia porque são maquiadas com "atenção: o metrô irá parar por alguns intantes porque um objeto não identificado foi encontrado na estação da Sé". Porque melhor um etê rondando o metrô de São Paulo do que uma pessoa se jogando né não?

São Paulo é uma espécie de cidade-inútil. Você talvez não precise de comida mexicana ás 04h00 de um Sábado véspera de feriado mas caso você precise existe algum lugar. Você também não precisa de um lugar que tenha boliche e balada ao mesmo tempo mas a idéia parece tão legal né? E um bar tão gelado mas tão gelado que você precisa de roupas próprias para aguentar o frio lá dentro?? E um puteiro onde as mulheres da vida se vestem com roupas de carnaval?

Existem restaurantes e peças musicais e teatros dos mais variados gostos garantindo que qualquer tipo de gênero não seja deixado de fora e todas as pessoas sejam atendidas desde os freaks aos mauricinhos. E existem as filas. Em São Paulo você enfrentará filas em praticamente qualquer lugar que você esteja. Seja para comer, ir ao banheiro, passear e até ajudar alguma instituição. Sim, já enfrentei fila para ajudar uma instituição de animais. 2h30. Não á toa São Paulo tem dos salários mais altos do país. Não é porque aqui o custo de vida é alto também, mas porque ganhando bem você pode comprar um PSP ou um sodoku eletrônico e jogar enquanto enfrentam as filas enormes da cidade. A fome tá apertando e a fila não chega? Ok, eu tenho um jogo de pôker online me esperando.

Mas nunca em momento algum achei que conheceria tanto sobre São Paulo e me apaixonaria tanto por aqui. É só 1 ano e meio mas com certeza um ano de muitos. Desculpe por tudo que já disse sobre você porque você tem proporcionado os melhores momentos da minha vida.

E os piores também.

Mas enquanto reflito sobre eles deixa eu ali pedir uma comida mexicana.